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O QUE ACONTECEU COM A AÇÃO DA PETROBRAS

Em 2025, a ação da Petrobras andou de lado no preço, mas entregou um retorno total respeitável graças a dividendos gordos e recordes operacionais. Enquanto o Brent desabou para a casa dos US$ 60, a companhia aumentou produção em cerca de 7,8% ano contra ano, manteve custos baixos no pré-sal e reforçou seu papel de gigante estatal. O mercado, porém, continua dividido entre a pechincha aparente de um múltiplo de lucro abaixo de 6 vezes e os riscos de interferência política, greve e mudanças regulatórias. Este guia em formato de investidor explica o que já aconteceu com o papel, o que ainda pode mexer com a cotação e como encaixar Petrobras na sua carteira.

O que aconteceu com a ação da Petrobras em 2025


Olhar para 2025 em Petrobras é ver um gráfico que parece montanha-russa, mas que termina quase no mesmo lugar, ainda que com um bolso um pouco mais cheio de dividendos. Até o fim de novembro, o papel acumulava um desempenho misto: leve alta no ano (YTD em torno de +7,38%) combinada com retorno de 12 meses levemente negativo, perto de -1,04%. Em bom “financês de boteco”: quem segurou o papel encarou muito sobe e desce de preço, mas foi pago em dinheiro vivo por isso, via proventos generosos.


No fim de novembro de 2025, o ADR de Petrobras em Nova York (ticker PBR) girava em torno de US$ 12,75 por ação, com valor de mercado perto de US$ 82 bilhões, colocando a empresa confortavelmente na categoria de large caps globais de energia. Na prática, o papel vinha negociando desde o início do ano dentro de uma banda relativamente definida, com mínimas por volta de US$ 11,03 e máximas na casa de US$ 15,10, o que mostra que o humor do mercado oscilou bastante, mas sem uma tendência clara de euforia ou pânico.


O detalhe que faz a diferença para o investidor é que o retorno não veio só da cotação. Com um dividend yield na casa de 13,20% projetado para o ano, Petrobras continuou sendo tratada como “vaca leiteira” da Bolsa: a ação pode até não disparar, mas pinga dinheiro na conta com frequência. Esse perfil de alto dividendo ajuda a explicar por que, mesmo com volatilidade em commodities e incertezas políticas, muitos gestores mantiveram PBR na carteira como componente de geração de caixa e amortecedor de choques.


Ao mesmo tempo, o múltiplo de preço sobre lucro (P/L) em torno de 5,90 vezes, frente a um lucro por ação (EPS) perto de US$ 2,16 nos últimos 12 meses, reforça a percepção de que o mercado precifica Petrobras com desconto relevante frente a majors globais. Enquanto grandes petrolíferas internacionais costumam negociar com P/L de um dígito alto ou dois dígitos baixos, a petroleira brasileira segue na prateleira das “baratas”, refletindo o combo de risco Brasil, risco estatal e volatilidade do petróleo. Para quem olha só valuation, parece pechincha; para quem lembra do histórico político, o desconto faz sentido.


Entender o que aconteceu com a ação em 2025 passa também por entender o que é Petrobras hoje. Estamos falando da maior petrolífera integrada do Brasil, com forte presença em exploração e produção, refino, logística e gás, mas cada vez mais concentrada no pré-sal. Cerca de 85% das reservas e da produção vêm dessa região, onde os custos de extração são baixos frente ao padrão global. Isso cria um colchão importante quando o petróleo Brent cai, como ocorreu ao longo de 2025, mas também concentra o risco da companhia em águas profundas e ultraprofundas.


Outro ponto que pesou no comportamento do papel foi a dinâmica entre o ADR em Nova York (PBR) e as ações negociadas na B3 (PETR3 e PETR4). Como o investidor brasileiro também acompanha de perto o câmbio, o investidor estrangeiro em ADR acaba, na prática, exposto a dois humores ao mesmo tempo: o da Bolsa brasileira e o do dólar. Em vários momentos de 2025, o câmbio ajudou a amortecer pancadas de preço do petróleo ou de notícias locais; em outros, ampliou o drawdown para quem estava olhando a posição em dólares.


Como interpretar esse desempenho “de lado”


Chamar o desempenho da ação de “lateralizado” não significa que nada aconteceu. Significa, isso sim, que forças opostas se equilibraram: de um lado, recordes de produção, eficiência operacional e dividendos parrudos; de outro, petróleo mais barato, ruído político e temores de mudanças na política de preços e de investimentos. Para o investidor pessoa física, o grande erro aqui seria olhar apenas para o gráfico de preço e ignorar o retorno total, que inclui dividendos, recompras (quando houver) e variação cambial.


Do ponto de vista de risco, a ação se comportou como um ativo de beta alto em relação ao petróleo, mas com amortecedor de fluxo de caixa. Na prática, quem montou posição ciente dessa dinâmica encarou a volatilidade como custo de carregar um gerador de caixa atrelado a commodities. Já quem entrou pela manchete do “dividendo gigante” sem aceitar o sobe e desce de curto prazo provavelmente se sentiu em uma montanha-russa maior do que imaginava.


  • Retorno no ano (YTD): em torno de +7,38%, puxado por proventos robustos e alguma recuperação após quedas pontuais de petróleo.


  • Retorno em 12 meses: leve queda de aproximadamente -1,04%, mostrando que o “trade fácil” passou longe da realidade.


  • Faixa de 52 semanas: mínima perto de US$ 11,03 e máxima em torno de US$ 15,10, sinalizando um ano de fortes oscilações de sentimento.


  • Valuation: P/L por volta de 5,90 vezes, com EPS de cerca de US$ 2,16, reforçando o status de ação de valor com risco embutido.


  • Perfil: grande pagadora de dividendos, exposta a petróleo, câmbio, política brasileira e decisões de investimento de longo prazo.



Resumindo, o que aconteceu com a ação da Petrobras em 2025 não foi um “caiu muito” ou “subiu muito”, mas um grande teste de paciência e de entendimento de risco. Quem tratou o papel como parte de uma estratégia maior, diversificada, e aceitou que volatilidade é o custo de participar do jogo das commodities, provavelmente saiu do ano mais confortável do que quem entrou pelo hype de curto prazo. E é a partir desse pano de fundo que os catalisadores específicos – resultados, dividendos, política e novos projetos – começam a ganhar peso na análise.


Resultados, dividendos e notícias que guiaram o papel


O principal evento para a ação em 2025 foi o resultado do terceiro trimestre fiscal (Q3 FY25), divulgado em 7 de novembro. Apesar de uma queda de receita em função dos preços menores do petróleo, o EBITDA ajustado veio forte, em torno de US$ 9,242 bilhões, com a produção crescendo cerca de 7,8% ano contra ano, para algo perto de 2,7 milhões de barris de óleo equivalente por dia. Em português claro: Petrobras vendeu seu produto mais barato, mas compensou em eficiência e volume, o que agradou bastante o mercado.


O resultado foi imediatamente precificado: no dia do anúncio, a ação saltou aproximadamente 5,44%, fechando perto de US$ 12,86. O movimento refletiu uma combinação de “alívio” com a entrega operacional, reforço da tese de que o pré-sal segue imprimindo caixa e expectativa de dividendos robustos. Para quem acompanha o papel no dia a dia, deu aquela sensação de “short squeeze light”: muita gente vendida ou subalocada precisou correr atrás e recompor posição depois de ver os números.


Falando em dividendos, Petrobras manteve em 2025 o rótulo de queridinha dos caçadores de renda. O anúncio de proventos elevou o dividend yield projetado para algo em torno de 13,20%, com próxima data ex-dividendo marcada para 26 de dezembro de 2025. Isso colocou o papel no radar de quem busca “trade de dividendo” de curto prazo, mas também reforçou a tese de longo prazo de usar o fluxo de caixa de Petrobras como parte de uma estratégia de renda recorrente, desde que o investidor aceite o risco político e macroeconômico embutido.


Impacto da produção, do pré-sal e de novos projetos


Do lado operacional, 2025 foi marcado por recordes de produção e por avanços em projetos estratégicos. O início previsto da plataforma P-78 no campo de Búzios, no pré-sal, a partir do quarto trimestre, reforçou a visão de que o portfólio de ativos de alta produtividade e baixo custo continua se expandindo. Além disso, a empresa anunciou nova descoberta de óleo na Bacia de Campos e avançou em negociações de FPSOs em Sergipe, consolidando um pipeline de produção que sustenta a projeção de crescimento de cerca de 30% na produção até 2026.


Um ponto que gerou muito debate foi a licença ambiental para perfuração na Margem Equatorial, em especial no Amapá, área sensível por estar próxima à Amazônia. Para parte do mercado, esse movimento abre uma fronteira relevante de longo prazo, com potencial de reservas expressivas. Para outra parte, aumenta o risco de controvérsia ambiental e de mudanças regulatórias que podem atrasar ou encarecer projetos. A própria perspectiva de produção na Foz do Amazonas em cerca de sete anos, caso as reservas sejam confirmadas, entrou no radar dos analistas de longo prazo.


Enquanto isso, o pano de fundo setorial jogava contra. O petróleo Brent chegou a cair para a região de US$ 62 ao longo de novembro, o que pressionou os papéis de energia mundo afora e alimentou o discurso de que a “maré para commodities tinha virado”. No caso de Petrobras, a vantagem competitiva de operar campos de baixo lifting cost ajudou a amortecer esse impacto, mas não o eliminou. Sempre que o Brent perde força, a ação sente – a diferença é que, com pré-sal maduro, o estrago é menor do que seria em uma companhia com ativos menos rentáveis.


Política, royalties, greve e percepção de risco


Nenhuma análise do que aconteceu com a ação da Petrobras em 2025 fica completa sem olhar o fator político. Ao longo do ano, o mercado monitorou de perto a possibilidade de greve dos funcionários, depois da rejeição de um acordo trabalhista em 7 de novembro, e o veto presidencial a uma nova fórmula de royalties que poderia afetar o gás em águas profundas. Esses pontos levantaram dúvidas sobre custos futuros, previsibilidade de caixa e capacidade da empresa de manter a mesma política de dividendos.


Em paralelo, investidores aguardavam a aprovação do plano de negócios 2026–2030, com expectativa de um CapEx na parte média-alta da faixa estimada e de maior foco em descarbonização, incluindo projetos de captura e armazenamento de carbono, como o CCS São Tomé. A dúvida central: até que ponto o governo, como acionista controlador, vai priorizar investimentos de longo prazo, política industrial e transição energética, versus maximização de dividendos no curto prazo? Essa incerteza adicionou prêmio de risco ao papel e ajudou a manter o P/L em patamar descontado.


O sentimento nas redes, especialmente no X (antigo Twitter), refletiu esse cenário dividido. De um lado, traders destacavam a pressão vinda do exterior – “o petróleo azedou” – e testavam suportes técnicos na região de US$ 11,00–12,00, com atenção à liquidez reduzida em torno do feriado de Ação de Graças. De outro, investidores de renda apontavam para o dividendo gordo e tratavam qualquer realização mais forte como oportunidade de reforçar posição. Poucos posts traziam análise profunda de fundamentos, o que é quase um clássico de mercado: o barulho de curto prazo costuma ser muito maior do que o estudo de longo prazo.


  • Resultados: EBITDA forte e crescimento de produção de 7,8% ano contra ano sustentaram a percepção de que o core business segue saudável.


  • Dividendos: yield em torno de 13,20% e ex-dividendo em 26 de dezembro atraíram investidores focados em renda e trades táticos.


  • Projetos: P-78 em Búzios, novas descobertas na Bacia de Campos e negociações de FPSOs em Sergipe reforçaram o pipeline de crescimento.


  • Riscos: ameaça de greve, veto a nova fórmula de royalties e incerteza sobre o plano 2026–2030 adicionaram volatilidade à tese.


  • Humor: sentimento misto nas redes, com parte do mercado focada nos riscos de curto prazo e outra parte no dividendo e no valuation.



Somando tudo, 2025 foi o ano em que a ação de Petrobras dançou conforme uma música complexa: resultado forte, dividendos altos, projetos relevantes e, ao mesmo tempo, ruído político, petróleo mais fraco e medo de intervenção. Para o investidor atento, o desafio foi separar o “barulho do dia” dos vetores estruturais da tese, usar os eventos como pontos de entrada ou saída bem definidos e evitar tanto o FOMO nos ralis pós-resultado quanto o pânico nas quedas puxadas por manchetes.


Em 2025, a ação da Petrobras andou de lado no preço, mas entregou um retorno total respeitável graças a dividendos gordos e recordes operacionais

Em 2025, a ação da Petrobras andou de lado no preço, mas entregou um retorno total respeitável graças a dividendos gordos e recordes operacionais

O que esperar de Petrobras e da ação após 2025


Olhando à frente, a pergunta deixa de ser apenas “o que aconteceu com a ação da Petrobras” e passa a ser “o que eu faço com ela agora”. As projeções para o fim de 2025 sugerem uma faixa de negociação entre US$ 11,85 e US$ 12,79, com o sentimento global de risco em modo cauteloso, refletido em um índice Fear & Greed em torno de 39. Isso indica um mercado mais para “medroso” do que para “ganancioso”: ninguém quer pagar caro demais por um ativo exposto a petróleo e política, mesmo com dividendos gordos na mesa.


Para 2026, porém, o jogo pode mudar de figura. As projeções de aumento de produção na casa de 30% no pré-sal, combinadas com a entrada de novos sistemas como a P-78 e outros FPSOs, desenham um cenário em que o volume produzido cresce mais rápido que o CapEx incremental, melhorando a diluição de custos e o retorno sobre o capital investido. Se o Brent se mantiver em níveis razoáveis – não precisa ser topo de ciclo, basta não desabar – a geração de caixa tem tudo para permanecer robusta, abrindo espaço para manter dividendos relevantes e, eventualmente, reduzir alavancagem ou financiar novos projetos de transição energética.


Como diferentes perfis podem olhar a ação


Investidores de curto prazo tendem a olhar Petrobras quase como um “derivado líquido” de petróleo e notícias de Brasília. Para esse público, níveis técnicos de suporte e resistência em torno de US$ 11–12 (suporte) e US$ 13–15 (resistência) funcionam como zonas de trade: compra-se mais agressivamente perto dos suportes, com stop ajustado, e realiza-se parte do lucro quando a ação testa a parte de cima da faixa. Nesse jogo, o risco é ser pego no contrapé por eventos inesperados – uma greve mais forte, uma mudança abrupta em política de preços ou um tombo mais intenso no Brent.


Já o investidor de longo prazo, especialmente aquele com foco em dividendos, olha Petrobras com outra lente. Para esse perfil, o ponto-chave é a sustentabilidade do fluxo de caixa e da política de distribuição. A combinação de ativos de alta produtividade, pré-sal em expansão e patrimônio de reservatórios de baixo custo sugeriria, em um mundo sem política, uma tese quase de “bond de petróleo”: muito fluxo de caixa, previsibilidade razoável e múltiplo de lucro baixo. O problema é que o mundo com política existe – e é barulhento. Por isso, faz sentido tratar o papel como uma fatia limitada da carteira, não como posição dominante.


Há ainda um terceiro público: quem usa Petrobras como peça de uma estratégia tática em Brasil. Nesse caso, o investidor compra o pacote completo: risco país, risco fiscal, risco de juros e risco de commodities. A lógica aqui é que, em ciclos de melhora de percepção sobre o Brasil, Petrobras tende a ser uma das primeiras grandes blue chips a receber fluxo estrangeiro, justamente por ser conhecida, líquida e fácil de operar. O inverso também é verdadeiro: quando o humor azeda, ela é uma das primeiras a ser vendida. Para esse grupo, o segredo é casar o timing macro com os eventos micro da empresa.


Estratégias práticas e gestão de risco


Independentemente do perfil, algumas boas práticas ajudam a transformar a análise do que aconteceu com a ação da Petrobras em decisões mais racionais. A primeira é simples: evitar concentrar demais. Mesmo com valuation atrativo e dividendos altos, Petrobras continua sendo um papel cíclico, exposto a fatores que fogem totalmente ao controle do investidor, como preço global do petróleo, câmbio e decisões de política econômica. Alocar uma parte da carteira – e não “tudo ou nada” – permite capturar o potencial sem colocar o patrimônio inteiro na mesma roleta.


A segunda boa prática é ancorar decisões em cenários e não em certezas. Em um cenário benigno, o Brent estabiliza em patamar razoável, o plano 2026–2030 equilibra investimentos e dividendos, a empresa executa bem os projetos e os ruídos políticos ficam mais contidos. Nesse caso, é plausível imaginar compressão de múltiplos (P/L subindo de 5,9 para algo mais próximo de pares globais) e manutenção de dividendos interessantes, o que favorece tanto valorização da cotação quanto retorno total. Em um cenário adverso, petróleo mais fraco, pressão política e mudanças em royalties podem corroer margens e reduzir proventos.


Por fim, vale reforçar o óbvio que muita gente ignora: ter Petrobras em carteira não substitui planejamento financeiro. O papel pode ser um gerador de caixa, uma aposta tática ou uma linha estrutural de renda, mas não é solução mágica. Usar os dividendos para reforçar reserva de emergência, reduzir dívidas caras ou diversificar para outros setores (como bancos, saneamento, tecnologia e até ativos internacionais) costuma ser mais sensato do que simplesmente reinvestir tudo no mesmo ativo por inércia. É assim que o investidor sai da lógica de “torcer para a ação subir” e entra na lógica de montar patrimônio de forma consistente.


  • Para quem já está posicionado: monitorar suportes em torno de US$ 12 e resistências perto de US$ 13, ajustar tamanho de posição e evitar decisões impulsivas com base em manchetes.


  • Para quem pensa em entrar: avaliar se o objetivo é renda (dividendos), trade de curto prazo ou exposição tática a Brasil e a petróleo – cada tese pede gestão de risco diferente.


  • Para quem é mais conservador: considerar Petrobras como parte menor de uma carteira diversificada, combinando-a com ativos menos voláteis e menos sensíveis a política.


  • Para todos os perfis: acompanhar de perto o plano de negócios 2026–2030, a evolução dos projetos de pré-sal e as decisões sobre política de dividendos e de preços de combustíveis.



No fim do dia, a nova ideia para olhar Petrobras pode ser mais simples do que parece: em vez de enxergar a ação apenas como aposta em petróleo ou como “caixa eletrônico de dividendos”, dá para tratá-la como uma engrenagem dentro de um portfólio mais amplo de transição energética e de Brasil. O fluxo de caixa da companhia pode servir para financiar, ao longo do tempo, a migração gradual para empresas mais expostas a renováveis, tecnologia e setores menos cíclicos, sem abrir mão de oportunidades pontuais no ciclo de commodities. Este conteúdo é educativo e não constitui recomendação de investimento; a decisão final precisa levar em conta seu perfil de risco, horizonte de tempo e estratégia de carteira.


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